sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Andar abraçados


Augusto relembrou 3 momentos marcantes de Humanidade Nova:
- em 1991, na assembléia dos voluntários, Chiara disse que é inconcebível um voluntário que não esteja inserido em um movimento de massa - não existe essa vocação;
- em 2002, em Molens - Suíça, em um encontro de 15 dias, Chiara fala que os Voluntários e Humanidade Nova devem andar abraçados;
- em março de 2003, a Jornada de Humanidade Nova selou o "casamento" entre os voluntários e Humaniade Nova.

Domenico Mangano


Augusto também fala um pouco de Domenico Mangano, o voluntário realizado, um místico com os pés na terra, espelho de Chiara, enamorado de Chiara e Foco. Foi quem disse que ninguém como Foco colaborou com sua vida para sustentar Humanidade Nova.

O Dado da Fraternidade


Pierre, da França, contou sua experiência como professor, a versão que preparou para o "dado do amor", que é o "dado da fraternidade", para poder trabalhar com seus alunos que moram em um localidade com grande diversidade religiosa e crescente violência. Alguns jovens italianos participaram desta experiência, que ainda deve evoluir.

Augusto comparece ao encontro


Augusto, ex-delegado mundial dos voluntários visita o encontro e fala sobre o regulamento, ressalta a exortação de Chiara de que "Humanidade Nova e os Voluntários devem andar abraçados" e responde a algumas perguntas de Lucia e Franco.

A Secretaria Central recebe um presente da delegação brasileira

Almoço de Lucia e Franco com os Brasileiros


O almoço deste dia foi a oportunidade de Lucia e Franco se inteirarem mais das realidades do Brasil. Leda comentou que na Bahia, depois das cotas para as universidades, começa a aflorar um racismo radical por parte dos afro-descendentes (80% da população daquele estado). Jenijunio contou o trabalho que faz com as populações ribeirinhas em Belém (em sua maioria composta por ilhas) e como contribuiu para, com o Run4unity, recuperar a autoestima dos adolescentes perante os turistas, realizando um intercâmbio com adolescentes europeus. Daldegan e Calu comentaram que ser Humanidade Nova não é ser bonzinho e agradar a todos, mas incomodar para mudar as coisas. Maria Lúcia solicitou informações de como formar os aderentes para Humanidade Nova. Lucia sugeriu que procurássemos Agostino e sua esposa para tratarmos disso.

Giancarlo celebra a missa para o encontro


Sempre na missa é o momento de reafirmarmos o pacto de amor recíproco.

Pino e Mariele visitam o nosso encontro


Mariele e Pino comparecem no encontro e contam que, depois da assembléia, achavam que teriam o papel de dar suporte a Lucia e Franco, mas ela foi convidada para partipar do Centro Marise, que estuda a vida de Chiara, e ele foi convidado a fazer parte do centro que estuda a vida de Igino Giordani. Ele disse que estudar Foco é tão revelador, e pleno das realidades de Humanidade Nova, que ele não tem saudade da Secretaria de Humanidade Nova.

Chiara e a "Fábula das flores e estrelas"


Chiara conta com mais detalhes a fábula em que toda o Movimento é descrito como um grupo de flores que se transformam em estrelas, fazendo o firmamento aqui na terra como no céu. "Essa é a vocação do Movimento: realizar o paraíso aqui na terra."

Vera Araújo apresenta o tema de Chiara


Vera fala de uma forma bem suscinta de uma vez que Chiara explicou certas realidades do Paraíso de 49 para um grupo restrito dos primeiros popos.

Emaus e Giancarlo


Com a viagem que fizeram, Emmaus disse que teve um sentimento de gratidão infinita a Deus pelo Ideal de Chiara - pela abertura do diálogo com os outros, por poder falar das várias realidades do Movimento, do pacto do amor recíproco, de ser uma família de Chiara, da realidade palpável da presença de Jesus em meio. Nós, no encontro, fomos o primeiro grupo a saber da notícia da homenagem que Emmaus vai receber em nome de Chiara em Gênova. Falou ainda que os voluntários e os diversos setores do Movimento constituem os tecelões da Unidade.

Emmaus e Giancarlo visitam o encontro


Emmaus e Giancarlo, recém chegados de Zurich, onde aconteceu o encontro do Comitê dos Amigos juntos pela Europa.

Encontro ampliado


Lucia fez uma metáfora: antes, Mariele e Pino eram como uma estrela que brilha forte e todos juntos constituíamos um desíginio, mas agora somos todos estrelas que compomos uma constelação. A humanidade pecisa do carisma traduzido, esmiuçado, inculturado. Devemos conhecer as feridas e osrecursos de nosso povo para, como Humanidade Nova, acompanhar a história e permeá-la com o Ideal. Chiara disse uma vez que Humanidade Nova é o corpo místico que se torna corpo social.

Encontro ampliado com a presença das Secretarias

O encontro, na sexta-feira, amliou-se com a presença das Secretarias e alguns centros locais. De 120 passamos para mais de 320 pessoas, representantes de 35 Regiões de todo o mundo.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Delegação de Itália


De uma forma bem animada, cada um passando por de trás da mesa de Lucia e Franco, a delegação da Itália se apresentou rapidamente, destacando a presença de novos delegados e a descentralização das atividades.
Lucia aproveitou para dizer que a Secretaria Central quer identificar nas pessoas a paixão por um mundo específico, para que façam parte da secretaria. Ressaltou que quer descentralizar cada vez mais a secretaria, mesmo alcançando outros países, e utilizar a internet como meio de trabalho e integração.

Atividades desportivas em um bairro


Em um bairro de Budapeste, com problemas decorrentes do individualismo, Humanidade Nova iniciou um projeto de atividades desportivas para restabelecer os relacionamentos. Para dar continuidade a esta atividade, vão criar uma associação desportiva.

Casa de reforço para crianças


Duante os três turnos, um grupo de pedagogos leva para frente uma casa de reforço para crianças de cerca de 6 anos de idade.

Uma "Cidade Nova" na Hungria


Os jovens húngaros arregaçaram as mangas e, literalmente, coloriram a cidade.

Atividade na Hungria


Com as diversas atividades que fizeram durante uma semana, a cidade tornou-se uma "cidade nova". Reallizaram projetos culturais e pedagógicos, reunindo cerca de 400 jovens que ajudaram na "construção" desta cidade.

Delegação da Hungria


Como já havia sido relatado pela delegação da Eslováquia, os delegados da Hungria relataram que 4 famílias dos dois países firmaram um pacto de amor recíproco e juntos pensaram num projeto de tornar a cidade mais bela.

Delegação da Austrália


Lorraine, voluntária de Melbourne, contou que Humanidade Nova realizou um encontro com a comunidade, aberto a toda a sociedade, para estreitar os relacionamentos.

Workshop com os políticos na Alemanha


Estiveram presentes especialistas da Europa e políticos dos vários níveis, que estabeleceram um precioso diálogo com os jovens. No último dia o encontro foi aberto para toda a cidade. Os políticos ficaram muito contentes com o evento e disseram que o diáçogo deveria continuar. Por isso, já foi realizado um novo encontro.

Delegação da Alemanha


Úrsula, da Alemanha, falou do projeto dos jovens pela política. Realizaram um encontro com o título: "Eu necessito da política, a política necessita de mim".

Delegados da França

Humanidade Nova na França está preparando um encontro com pessoas de diversas convicções religiosas.

Delegações da República Tcheca e da Eslováquia


Os delegados da República Tcheca relataram que, após 19 anos do fim do comunismo, há sérios problemas de relacionamentos interpessoais, um forte individualismo, e uma grande dificuldade dos internos em participar das atividades do Movimento, por causa da necessidade de trabalharem muito para garantir o próprio sustento. Muitas pessoas têm saudade do comunismo, apesar da conquista da liberdade, quando havia uma maior solidariedade entre as pessoas. Os delegados da Eslováquia relataram problemas semelhantes, dizendo que há também um forte consumismo. Na Eslováquia, o partido nacionalista criou uma atmosfera negativa contra a minoria húngara que reside no país, e contra a própria Hungria. Os voluntários de Humanidade Nova dos dois países estão se reunindo para, juntos, descobrirem o que fazer para dar uma resposta visível a essa situação.

Jornada de humanidade Nova na Austrália


Foi um momento forte de unidade onde as pessoas se sentiram verdadeiramente família. Foi encerrado com um discurso de Chiara.

A Unidade entre os Mundos e as Inundações


Lucia concli a parte da manhã falando que, quando nasceram as inundações, era como uma criança que necessitava de todas as atenções. Porém, quando a criança cresce, é necessário participar de forma integrada. Assim, nessa nova etapa, é necessário que as Inundações estejam em sintonia com os respectivos Mundos de Humanidade Nova, que são a base e o sustento para uma nova cultura.

Inundação no Mundo do Direito e da Justiça


Maria Giovanna, advogada que faz parte da Comissão Central da inundação do Direito e da Justiça, e a 20 anos trabalha no tribunal de Roma, conta como seu relacionamento com os juízes, mesmo em discordância no campo das idéias, permite levar a um novo modo de se alcançar a verdadeira justiça. Falou também de um novo modo de orientar os jovens que se formam no campo do direito e não encontram, a princípio, espaço para trabalhar segundo o Ideal. Falou ainda que participar de um congresso de Humanidade Nova é uma forma legítima de exercer sua própria profissão, e não fere a ética e a moral. A pedido dos jovens, será realizado um congresso onde se apresentará uma nova face do direito, tendo como prioridade a população.

Delegação da Argentina


Os delegados da Argentina contaram uma experiência que abrange também o Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia no campo da Arte, envolvendo também a inculturação com os últimos remanescentes dos Incas da região. Os voluntários de Humanidade Nova, descendentes dos Incas, realizarão uma primeira escola de inculturação em Santa Maria de Catamarca, centro de referência dos artistas andinos.

Delegação da Croácia


Uma voluntária da Croácia contou que, apesar das dificuldades da guerra e da corrupção do judiciário, 30 pessoas se encontram regularmente para buscar soluções no campo do direito.

Delegação dos Estados Unidos


Os delegados dos EUA contaram experiências em várias regiões sobre o Dado do Amor, instrumento de difusão da cultura da partilha. A Editora Cidade Nova confeccionou 20 mil Dados do Amor e Humanidade Nova distribuiu em várias escolas, principalmente católicas. Diante dos reflexos desta ação, receberam U$ 20 mil para fomentar este trabalho.

Os Mundos


Michel Pochet, Cristina, Gianni Caso falam do Mundo da Arte, do Mundo da Educação e do Mundo do Direito e da Justiça.
Gianni Casso fala que a sociedade será renovada se os "Mundos forem vivos."

Chiara: O Paraíso é o Amor


Chiara fala do que precedeu o Paraíso de 49, como se identificou com Jesus durante o Pacto e das conseqüências daqueles dias de luz. Fala que tudo acontece por amor. O Paraíso é o Amor e somente vivendo a Palavra se pode entrar no seio do Pai. Assim, no fim de nossas vidas, nos confrontaremos com a Palavra pronunciada pelo Pai para cada um de nós: só entramos no Paraíso se moldados segundo a Palavra.

Apresentação do tema


Fede faz uma síntese do tema de Chiara. Fala que no Paraíso de 49 está o início da Humanidade Nova e comenta que o grito de Jesus na cruz é como um grito do parto. O Amor de Jesus é um amor materno porque, como seu grito, nos gerou para Deus. E disse ainda que, na verdade, havia dois focolarinos que, junto com as primeiras focolarinas, também fizeram aquela experiência de entrar no seio do Pai.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Visita do Jorge Zogheib


Depois das considerações finais de lucia e Franco, finalizamos o dia com a visita de Jorge, que fez a tradução da última parte do programa.

Delgação do Leste Europeu


Tereza, uma voluntária, pesquisadora científica, salientou como graves problemas na Polônica o alcoolismo e o desemprego. O Movimento Humanidade Nova, inspirado em um artigo no jornal da Igreja Católica, criou um centro social de apoio aos filhos de pais alcoólatras, onde a presença de Jesus em meio a eles é de fundamental importância. Neste centro, uma criança disse que o dia melhor da semana é o dia em que Tereza ministra sua aula.

Delegação da África


Da África, representantes do Congo, Tanzânia e Quênia apresentaram os vários problemas sociais que enfrentam. No caso específico do Congo, existe a iminência de uma guerra civil entre etnias, que acaba exaurindo todas as energias que poderiam ser direcionadas à resolução de vários problemas. Neste país, uma voluntária está travando uma luta judicial para legalizar uma escola que foi construída com a cooperação espanhola, mas que está sendo disputada por um importante juiz, que a reivindica para si, alegando que está dentro de suas terras. Na tanzânia, Alice, uma voluntária, fundou e preside uma ONG que cuida da formação de crianças e adolescentes, que são obrigadas a sustentar suas próprias famílias. É um país de grandes riquezas minerais, com um povo de famílias numerosas e de diversas religiões, mas feliz e unido, que tem tudo para viver como em um paraíso de paz e esperança.

Delegação da Coréia


A Delegação da Coréia apresentou como sua maior dor a divisão política e social entre a Coréia do Norte e do Sul. As famílias se esforçam para priorizar a educação dos filhos, inclusive enviando-os para estudar fora; porém, impregnados pelos contra-valores externos, os jovens passam a não valorizar a cultura milenar de seus pais. Um aspecto positivo é a original evangelização, que não ocorreu por parte de missionários, mas sim de cidadãos que converteram ao cristianismo no exteriro e o trouxeram expontaneamente para seu povo. Uma ação de Humanidade Nova é a acolhida mensal aos estrangeiros, para estreitar os relacionamentos entre os coreanos do norte e do sul, mas também com os chineses, mongóis, vietnamitas, etc., atendendo suas necessidades básicas como alimentação, vestuário e medicamentos.

Delegações da Argentina e México


A delegação da Argentina apresentou como maiores problemas a questão das desigualdades sociais a pobreza de grande parte do povo. Entretando, ressaltou a forte esperança deste povo, que no meio da dor sabe enfrentar as dificuldades com alegria.
O México colocou em evidência uma experiência sobre a inculturação, tendo como ícone a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, que tem na sua fisionomia e em suas vestes fatores identificados pelas várias culturas e raças. Os cidadãos mexicanos, que normalmente não exerciam sua cidadania e tinham como referência a sociedade norte-americana, hoje já mostram consciência de sua própria identidade cultural. Contaram também o cuidado que Humanidade Nova tem com as atividades dos Jovens por um Mundo Unido (se eles decidem pintar um muro com motivos do Ideal, Humanidade Nova procura dar todo o suporte, desde as tintas até a autorização legal para aquela atividade).

Apresentação das Delegações - Espanha


Depois da apresentação da Secretaria Central, iniciou-se a apresentação das várias delegações. A delegação da Espanha ressaltou a diversidade entre suas províncias, bastante autônomas. O PIB cresceu muito mas a nação tem se tornado cada vez menos cristã (em confronto com um passado de milhares de missionários). Enfrenta problemas com a perda de valores (risco da liberação irrestrita do aborto e da união homossexual). A atual crise financeira mundial tende a provocar um forte impacto, pois foram muitos os investimentos apostando no desenvolvimento.

Representantes do Centro dos Voluntários


O casal Ana Maria e Marcelo Sanitá se apresentam como representantes do Centro dos Voluntários para o nosso encontro.

Apresentação da Secretaria Central


Lucia e Franco fazem a apresentação de alguns membros da Secretaria Central: Patrícia, Cristina (Mundo da Educação), Michel Pochet (Mundo da Arte), Rosita e Aldo.

Capela de Chiara


A capela está no centro da casa.

Quarto de Chiara


No seu quarto, Chiara tinha em frente à sua cama os quadros de Jesus Abandonado e Maria Desolada.

Escritório de Chiara


No escritório de Chiara, tudo em sua mesa está como ela deixou.

Sala de reunião do Conselho da Obra


Ana Paula, quem dirigia e tirava as fotos dos eventos para Chiara, acompanhou os Brasileiros e Portugueses, que tiveram a tradução de Iracema

Sala de comunicação com o Centro Mariápolis


Para todos foi estar com Chiara.

Visita à casa de Chiara


Após o almoço, um primeiro grupo fez a visita à casa de Chiara, entre eles toda a delegação do Brasil. Chiara, inicialmente, não tinha uma casa própria. Habitava o primeiro andar da casa que era o próprio centro da obra. Por sugestão de Ginetta, que dizia ter sua própria casa, foi construída esta casa para Chiara.

Intervenções de Lucia e Franco


Lucia e Franco contam suas experiências sobre a unidade de pensamento entre eles, mesmo se eles são tão diferentes. Contam que procuram ver juntos tudo com antecedência, inclusive colocando por escrito suas idéias, para serem amor concreto a todos, sendo mais precisos, sintéticos, e deixando espaço para os outros. Procuram responder prontamente os questionamentos que recebem e confrontaram o programa com os delegados regionais mais próximos.
Ressaltaram que Humanidade Nova deve estar a serviço da unidade dos mundos e das inundações.
Disseram também que, neste encontro, cada um deve expressar as caracterísitcas de seu próprio povo, e o que cada povo deve ser e fazer para construir o Mundo Unido. Buscar entender o que Chiara diria ao nosso povo dentro da perspectiva de um Mundo Unido.
Para estreitar a unidade com todos e priorizar a comunicação, a Secretaria Central tem buscado reduzir despesas, inclusive mudando-se para uma sede menor, para investir mais em tecnologia.

Comunhão de Almas


Uma filipina contou sua experiência sobre a unidade de pensamento, dizendo que, depois de sempre julgar que tinha a melhor opinião sobre várias questões, descobriu que deveria perder sua idéia e escutar a de Jesus, que era expressa através dos irmãos.